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	<title>Revista B [online]</title>
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	<description>O portal da Revista B</description>
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		<title>Leve no nome, mas não no bolso!</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 16:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenho B]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[luminária]]></category>
		<category><![CDATA[PVC]]></category>

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		<description><![CDATA[Luminária feita em tiras de PVC costurada é bacana mas nada acessível]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>por heloisa righetto</h6>
<p>Eu que achava que os designers dessa nova geração seriam os responsáveis por disseminar o design como algo democrático e possível de adquirir&#8230; ledo engano! Acho que a turma quer logo é encher o bolso e começa a viajar nos preços. Só eu que acho isso?</p>
<p>Afinal, tudo que acho de bacaninha tem sempre um valor bem nada a ver, como o caso <a href="http://www.intothenightshop.nl/" target="_blank">dessa luminária</a>. Ela é feita de tiras de PVC costuradas, ou seja, era pra ser mais barata do que £890. Isso mesmo, 890 libras! Ou seja, uns R$2.500,00. Vai uma aí?</p>
<p>Acho que esse é um dos grandes motivos do crescimento absurdo da cultura do faça você mesmo, e eu dou o maior apoio. Amo design e todo meu respeito pelos profissionais que sabem como ninguém explorar materiais e nos emcionar apenas com formas e efeitos. Mas por 890 libras honestamente não dá. Depois a galera reclama que a Ikea copia daqui e não sei quem copia de lá.</p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_g_01.jpg"><img class="postimg" title="The Lightweight" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_g_01.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a></p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_g_02.jpg"><img class="postimg" title="The Lightweight" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_g_02.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a></p>
<div style="text-align: center;"></div>
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		<title>O fabuloso show de Palomino</title>
		<link>http://www.revistab.com.br/index.php/2011/09/o-fabuloso-show-de-palomino/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 15:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estilo B]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Elisa Palomino]]></category>
		<category><![CDATA[London Fashion Week SS 2012]]></category>

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		<description><![CDATA[London Fashion Week SS 2012 – Schelay McCarter foi conferir o show de Elisa Palomino]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>Texto e fotos por <a title="Fashiontent" href="http://schelay.blogspot.com/2011/09/paul-smith-lfw-ss-2012.html" target="_blank">Schelay McCarter</a></h6>
<p>Nada havia me preparado para o esplendor do show da estilista espanhola Elisa Palomino, que aconteceu em Covent Garden, onde vários novos estilista apresentaram suas coleções na semana de moda em Londres.</p>
<p>Parecia que tinhamos sido transportados para uma cidade escondida em Pequim ou para uma vila em Toscana ou Roma &#8211; eu simplesmente adorei. Esta coleção tem algo de conto de fadas. É como se Palomino tivesse encontrado uma caixa cheia de vestidos aristocráticos escondida em algum quarto esquecido &#8211; ela buscou inspiração no <a title="Museo del Traje" href="http://museodeltraje.mcu.es/" target="_blank">Museo del Traje</a> em Madrid – seu requintado ambiente decorado recria a glória do passado extravagante dos gruarda-roupas da aristocracia européia.</p>
<p>Palomino fez pós-graduação em moda na Saint Martins em Londres, foi durante oito anos chefe no estúdio de John Galliano e mais recentemente, foi vice-presidente de Diane Von Furstenberg. No ano passado, ela mostrou sua coleção pela primeira vez na semana de moda de Nova York, onde todas suas criações foram compradas por Dolce e Gabbana para a loja-conceito “<a title="Spiga 2" href="http://www.spiga2.dolcegabbana.com/en/spiga-2" target="_blank">Spiga 2</a>” em Milão.</p>
<p>Foi um privilégio estar neste show – Elisa Palomino é certamente um nome para se lembrar e o que é mais interessante é o fato de que ela escolheu Londres para montar seu criativo estúdio.</p>
<p><img class="postimg" title="Elisa Palomino | fotos Schelay McCarter" src="http://3.bp.blogspot.com/-u0176nooRnQ/TntfNN8ZD1I/AAAAAAAAEKM/QZ2VqnnLeac/s1600/EP14.jpg" alt="" width="450" height="597" /></p>
<p><img class="postimg" title="Elisa Palomino | fotos Schelay McCarter" src="http://4.bp.blogspot.com/-cK5DU7ppTU4/TntfL-tWVNI/AAAAAAAAEKI/xnBDBl_rCzg/s1600/EP12.jpg" alt="" width="450" height="597" /></p>
<p><img class="postimg" title="Elisa Palomino | fotos Schelay McCarter" src="http://3.bp.blogspot.com/-O0dOhC6Af58/TntfQepfQpI/AAAAAAAAEKU/DIU39Y9ESLw/s1600/EP16.jpg" alt="" width="450" height="597" /></p>
<p><img class="postimg" title="Elisa Palomino | fotos Schelay McCarter" src="http://1.bp.blogspot.com/-hi-0VoS4ebY/TntfO6HeKII/AAAAAAAAEKQ/n6JEmNxfdlI/s1600/EP15.jpg" alt="" width="450" height="597" /></p>
<p><img class="postimg" title="Elisa Palomino | fotos Schelay McCarter" src="http://3.bp.blogspot.com/-83JzrX8Qns4/Tnte-ZrbuOI/AAAAAAAAEKA/oTxCLcXY6Wg/s1600/EP9.jpg" alt="" width="450" height="338" /></p>
<p>Visite o site da estilista: <a title="Elisa Palomino" href="http://www.elisapalomino.com/" target="_blank">elisapalomino.com </a></p>
<h6>English version on: <a title="Fashiontent" href="http://schelay.blogspot.com/2011/09/elisa-palomino-day-5-lfw-ss12-vauxhall.html" target="_blank">fashiontent</a></h6>
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		<title>Wallace Sewell</title>
		<link>http://www.revistab.com.br/index.php/2011/09/wallace-sewell/</link>
		<comments>http://www.revistab.com.br/index.php/2011/09/wallace-sewell/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 17:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenho B]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Almofadas]]></category>
		<category><![CDATA[Wallace Sewell]]></category>

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		<description><![CDATA[Almofadas lindas, feitas a mão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>por heloisa righetto</h6>
<p>Acho que mesmo se eu morar a vida toda aqui em Londres, jamais vou descobrir todas as marcas bacanas de decoração dessa cidade. É tanta gente que produz coisas artesanais e tem lojas pequenas ou até mesmo atende de casa, que fica fácil pra quem quer fugir da decoração a lá Ikea (nada contra, eu mesma super vou de Ikea na grande maioria das vezes!).</p>
<p>Recebo muitos emails com lançamentos de produtos, e semana passada chegaram essas imagens lindas, das almofadas novas do estúdio <a href="http://www.wallacesewell.com/" target="_blank">Wallace Sewell</a>. Engracado que faz um certo tempo que eu quero comprar almofadas boas pro meu sofá (acabo sempre comprando umas bem baratinhas que em uma semana já estao deformadas e feiosas), e apesar de serem mais caras (85 libras), são mesmo exclusivas, feitas a mao e de ótima qualidade.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/-5GgQBJDrrvs/TgxK6-NPK8I/AAAAAAAAKcs/S3FdOMOEncY/s1600/image001.jpg"><img style="border: 0px initial initial;" src="http://2.bp.blogspot.com/-5GgQBJDrrvs/TgxK6-NPK8I/AAAAAAAAKcs/S3FdOMOEncY/s640/image001.jpg" border="0" alt="" width="448" height="413" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-4V63iN-co5Y/TgxK7K9pgaI/AAAAAAAAKcw/0BjWZxz2ieU/s1600/image002.jpg"><img style="border: 0px initial initial;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4V63iN-co5Y/TgxK7K9pgaI/AAAAAAAAKcw/0BjWZxz2ieU/s640/image002.jpg" border="0" alt="" width="448" height="355" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/-nYDcPhjgX2w/TgxK7TO2fuI/AAAAAAAAKc0/PrwIcpuBQf4/s1600/image003.jpg"><img style="border: 0px initial initial;" src="http://1.bp.blogspot.com/-nYDcPhjgX2w/TgxK7TO2fuI/AAAAAAAAKc0/PrwIcpuBQf4/s640/image003.jpg" border="0" alt="" width="448" height="392" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/-rObjFNdcE2w/TgxK7nBcpVI/AAAAAAAAKc4/3Hy7LO0-PME/s1600/image004.jpg"><img style="border: 0px initial initial;" src="http://4.bp.blogspot.com/-rObjFNdcE2w/TgxK7nBcpVI/AAAAAAAAKc4/3Hy7LO0-PME/s640/image004.jpg" border="0" alt="" width="448" height="354" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/-rjUmu88fce4/TgxK780RkAI/AAAAAAAAKc8/CoDfxl_21n8/s1600/image005.jpg"><img style="border: 0px initial initial;" src="http://2.bp.blogspot.com/-rjUmu88fce4/TgxK780RkAI/AAAAAAAAKc8/CoDfxl_21n8/s640/image005.jpg" border="0" alt="" width="448" height="426" /></a></div>
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		<title>She’s a Rainbow</title>
		<link>http://www.revistab.com.br/index.php/2011/09/she%e2%80%99s-a-rainbow/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 16:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estilo B]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[London Fashion Week SS 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Smith]]></category>

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		<description><![CDATA[London Fashion Week SS 2012 - A nossa correspondente Schelay McCarter esteve no show de Paul Smith -]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>Texto e fotos por <a title="Fashiontent" href="http://schelay.blogspot.com/2011/09/paul-smith-lfw-ss-2012.html" target="_blank">Schelay McCarter</a></h6>
<p>Paul Smith triunfou novamente com sua coleção <em>uber cool</em> para primavera/verão 2012 apresentada neste domingo na semana de moda em Londres.</p>
<p>Paul mostrou em sua coleção uma moda fácil de vestir e descontraída, refletindo a forte tendência para a proxima temporada. Seus looks mostraram um olhar chique e discreto, uma aspiração no clima econômico atual.</p>
<p><img class="postimg" title="Paul Smith | Foto Schelay McCarter" src="http://3.bp.blogspot.com/-Vz17lymfEJ0/TndHcMzI_jI/AAAAAAAAEBc/OC-y7zV9_8s/s1600/paul+smith+ss12+19.jpg" alt="" width="450" height="693" /></p>
<p><img class="postimg" title="Paul Smith | Foto Schelay McCarter" src="http://1.bp.blogspot.com/-87mFvYK0Wh4/TndHcwfSMUI/AAAAAAAAEBg/ATF0fXHA5S0/s1600/paul+smith+ss12+20.jpg" alt="" width="450" height="705" /></p>
<h6>Brancos puros funcionam bem com  estampa de animal e chapéu de coral</h6>
<p><img class="postimg" title="Paul Smith | Foto Schelay McCarter" src="http://2.bp.blogspot.com/-ese1abVahWo/TndHoQIxZmI/AAAAAAAAEBk/3OG8zNp8AU0/s1600/+paul+smith+ss12+4.jpg" alt="" width="450" height="600" /></p>
<h6>Wow! tons de terra, misturados com tons Mediterrâneo do oceano</h6>
<p><img class="postimg" title="Paul Smith | Foto Schelay McCarter" src="http://3.bp.blogspot.com/--iMz9mL-qDo/TndHs-BMCCI/AAAAAAAAEB0/9-A-eVYfGjE/s1600/Paul+smith+12+ss11.jpg" alt="" width="450" height="667" /></p>
<p><img class="postimg" title="Paul Smith | Foto Schelay McCarter" src="http://4.bp.blogspot.com/-lwBWGbTS3O4/TndHsFmfmAI/AAAAAAAAEBw/2ncp9Nrs-DQ/s1600/Paul+Smith+12+ss+3.jpg" alt="" width="450" height="599" /></p>
<h6>Um look vencedor na aventura em combinar cores &#8211; Fabulous!</h6>
<p><img class="postimg" title="Paul Smith | Foto Schelay McCarter" src="http://2.bp.blogspot.com/-PKSZG7n1dHI/TndHt-mXL1I/AAAAAAAAEB4/0HxQ_-AM4Do/s1600/paul+smith+12ss5.jpg" alt="" width="450" height="599" /></p>
<p><img class="postimg" title="Paul Smith | Foto Schelay McCarter" src="http://2.bp.blogspot.com/-2S9-YEbxBl8/TndHumE1rMI/AAAAAAAAEB8/3O156Kn7GjU/s1600/paul+smith+ss12+6.jpg" alt="" width="450" height="599" /></p>
<h6>Eu amo este ensemble &#8211; tão fácil de usar &#8211; 1980 e Annie Lennox vem à mente &#8230; ou ouso dizer Agnes Deyn!</h6>
<p><img class="postimg" title="Paul Smith | Foto Schelay McCarter" src="http://3.bp.blogspot.com/-fRWvjetTbtM/TndH0IH5cdI/AAAAAAAAECQ/LOPzTPAkydM/s1600/Paul+smith+ss12+13.jpg" alt="" width="450" height="657" /></p>
<h6>Safari influência / Out of Africa &#8211; estampa de animal continua a toda nesta temporada</h6>
<p><img class="postimg" title="Paul Smith | Foto Schelay McCarter" src="http://4.bp.blogspot.com/-nZpnSygbJrI/TndHvTcYq3I/AAAAAAAAECA/gwnnlZEjc10/s1600/paul+smith+ss12+7.jpg" alt="" width="450" height="599" /></p>
<h6>calças cortadas e sapatos altos com uma camisa folgada e um olhar frio &#8230;</h6>
<p>No final Paul desfilou com suas modelos ao som de  “She’s a Rainbow” do Rolling Stones, encerrando com perfeição este brilhante show do mestre da moda Britânica.</p>
<p>Assista ao vídeo de &#8220;She&#8217;s a Rainbow&#8221;:<br />
<iframe class="postimg" width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/PcYNUX0g4e8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h6>English version on: <a title="Fashiontent" href="http://schelay.blogspot.com/2011/09/paul-smith-lfw-ss-2012.html" target="_blank">fashiontent</a></h6>
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		<title>Lápis do bem</title>
		<link>http://www.revistab.com.br/index.php/2011/09/lapis-do-bem/</link>
		<comments>http://www.revistab.com.br/index.php/2011/09/lapis-do-bem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 10:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenho B]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Ariane Prin]]></category>
		<category><![CDATA[Lápis]]></category>
		<category><![CDATA[royal college of art]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Lápis feito de material reciclado na Royal College of Art]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>por heloisa righetto</h6>
<p><img class="postimg" style="border: 0px initial initial;" title="Lápis do bem" src="http://3.bp.blogspot.com/-YQqquwF5MNE/ThQ47_If9dI/AAAAAAAAKe8/7NNb2rNCLjU/s640/From+Here+For+Here+01.jpg" border="0" alt="" width="408" height="640" /></p>
<p>Há um tempo atrás fui visitar o <em>graduation show</em> mais esperado de todos: da Royal College of Art. Inclusive fiz um vídeo com o Canal Londres (assista ao lado).</p>
<p>Nesse meio tempo, queria mostrar pra vocês o trabalho de Ariane Prin: ela utilizou resíduos gerados nas oficinas da faculdade (grafite, argila, madeira) e com isso produziu lápis! Ela criou essa maquina de extrusão, trazendo um pedaço da indústria para um patamar mais artesanal. Genial não?</p>
<div><a href="http://3.bp.blogspot.com/-8fr9bDwdcDs/ThQ48fQyxpI/AAAAAAAAKfA/MJ--QWKNkxE/s1600/From+Here+For+Here+02.jpg"><img class="postimg" style="border: 0px initial initial;" title="Lápis do bem" src="http://3.bp.blogspot.com/-8fr9bDwdcDs/ThQ48fQyxpI/AAAAAAAAKfA/MJ--QWKNkxE/s640/From+Here+For+Here+02.jpg" border="0" alt="" width="512" height="342" /></a></div>
<div><a href="http://1.bp.blogspot.com/-OJd48VFu5kc/ThQ487cGKhI/AAAAAAAAKfE/3kMaBbReGOk/s1600/From+Here+For+Here+03.jpg"><img class="postimg" style="border: 0px initial initial;" title="Lápis do bem" src="http://1.bp.blogspot.com/-OJd48VFu5kc/ThQ487cGKhI/AAAAAAAAKfE/3kMaBbReGOk/s640/From+Here+For+Here+03.jpg" border="0" alt="" width="512" height="341" /></a></div>
<div><a href="http://1.bp.blogspot.com/-dyOLyia8tCU/ThQ49kI2OWI/AAAAAAAAKfI/5UP3Va61Ksc/s1600/From+Here+For+Here+07.jpg"><img class="postimg" style="border: 0px initial initial;" title="Lápis do bem" src="http://1.bp.blogspot.com/-dyOLyia8tCU/ThQ49kI2OWI/AAAAAAAAKfI/5UP3Va61Ksc/s640/From+Here+For+Here+07.jpg" border="0" alt="" width="512" height="341" /></a></div>
<p>O projeto, entitulado From Here For Here, visa adaptar os resíduos de diferentes lugares e criar algo de útil para ser usado por ali mesmo! Parabéns Ariane, sou sua fã! Quem quiser ver mais fotos e saber mais sobre a designer, <a title="Here for here" href="http://www.arianeprin.com/index.php?/object/from-here-for-here/" target="_blank">basta visitar o site dela</a>!</p>
<p>Veja todo o processo para a produção do lápis:<br />
<iframe class="postimg" src="http://player.vimeo.com/video/25672804?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="400" height="316" frameborder="0"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Light Spill</title>
		<link>http://www.revistab.com.br/index.php/2011/08/light-spill/</link>
		<comments>http://www.revistab.com.br/index.php/2011/08/light-spill/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 12:35:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenho B]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[cerâmica]]></category>
		<category><![CDATA[luminária]]></category>
		<category><![CDATA[Rebecca Wilson]]></category>

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		<description><![CDATA[Luminárias de cerâmica com design lúdico]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>por heloisa righetto</h6>
<p>Então que eu gamei nessas luminárias de cerâmica da <a href="http://www.rebeccawilsonceramics.com/">Rebecca Wilson</a>. Como  não se apaixonar??<br />
<a href="http://4.bp.blogspot.com/-DgqsWOqPzJg/TWPaBTINJ-I/AAAAAAAAJpU/8TrqMWa1XmA/s1600/Light-Spill-Strawberries.jpg"><img class="postimg" style="cursor: pointer; height: 400px; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; width: 252px; border: 0px initial initial;" title="Rebecca Wilson" src="http://4.bp.blogspot.com/-DgqsWOqPzJg/TWPaBTINJ-I/AAAAAAAAJpU/8TrqMWa1XmA/s400/Light-Spill-Strawberries.jpg" border="0" alt="" width="252" height="400" /></a></p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/-DgqsWOqPzJg/TWPaBTINJ-I/AAAAAAAAJpU/8TrqMWa1XmA/s1600/Light-Spill-Strawberries.jpg"></a>Primeiro que você olha assim e parece de borracha. Aí percebe esse efeito bem lúdico, como se ela estivesse derretendo na parede. O máximo!!!<br />
<a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZPb_OyFpWnM/TWPaBDjP8aI/AAAAAAAAJpM/mjxNPVHa9DA/s1600/Light-Spill-Blue1.jpg"><img class="postimg" style="cursor: pointer; height: 400px; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; width: 266px; border: 0px initial initial;" title="Rebecca Wilson" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZPb_OyFpWnM/TWPaBDjP8aI/AAAAAAAAJpM/mjxNPVHa9DA/s400/Light-Spill-Blue1.jpg" border="0" alt="" width="266" height="400" /></a></p>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZPb_OyFpWnM/TWPaBDjP8aI/AAAAAAAAJpM/mjxNPVHa9DA/s1600/Light-Spill-Blue1.jpg"></a>O melhor é que usa o &#8220;conceito&#8221; da luminária pendente, ou seja, você não precisa ter fiação na parede (vamos combinar que é um saco colocar arandela justamente por isso), basta pendurá-la no teto o mais rente possível da parede!!!<br />
<a href="http://3.bp.blogspot.com/-9glrIpC5u3s/TWPaA7-ORcI/AAAAAAAAJpE/K9WxF0k4Pn0/s1600/973.jpg"><img class="postimg" style="cursor: pointer; height: 400px; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; width: 260px; border: 0px initial initial;" title="Rebecca Wilson" src="http://3.bp.blogspot.com/-9glrIpC5u3s/TWPaA7-ORcI/AAAAAAAAJpE/K9WxF0k4Pn0/s400/973.jpg" border="0" alt="" width="260" height="400" /></a></p>
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		<title>Arte contemporânea &#8211; os gigantes no pavilhão da Bienal</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 16:22:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você gosta de arte contemporânea, prepare-se: de setembro a dezembro nomes consagrados e jovens artistas emergentes estarão reunidos em São Paulo para a mostra Em Nome dos Artistas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>Por Júlia Frate Bolliger</h6>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_01.jpg"><img class="postimg" title="Sade for Sade’s sake 2009 | Paul Chan" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_01.jpg" alt="" width="540" height="340" /></a></p>
<h6>Sade for Sade’s sake 2009 | Paul Chan</h6>
<p>Se você gosta de arte contemporânea, prepare-se: de setembro a dezembro nomes consagrados e jovens artistas emergentes estarão reunidos em São Paulo para a mostra <em>Em Nome dos Artistas</em> &#8211; arte contemporânea norte-americana na Coleção Astrup Fearnley.</p>
<p>Após promover a 29a Bienal ano passado, a Fundação Bienal, em parceria com o museu Astrup Fearnley, da Noruega, decidiu trazer uma das mais importantes coleções de arte contemporânea para seu Pavilhão. Com foco na produção norte-americana, a mostra trará individuais de gigantes como Jeff Koons, Cindy Sherman, Matthew Barney, Felix-Gonzalez Torres, Richard Prince e, como convidado especial, do britânico Damien Hirst.</p>
<p>Pela primeira vez expostos em conjunto tão expressivo no país, 50 artistas ocuparão os três andares do Pavilhão da Bienal. Segundo o diretor do museu norueguês e curador da mostra, Gunnar Kvaran, “será a primeira vez que veremos nossa coleção em uma escala tão grande”.</p>
<p>Enquanto a mostra não chega, nas próximas páginas você pode matar um pouco a curiosidade e conferir o que esperar para o fim do mês:</p>
<h4>Damien Hirst</h4>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_02.jpg"><img class="postimg" title="Eulogy 2008 | Damien Hirst" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_02.jpg" alt="" width="540" height="684" /></a></p>
<h6>Eulogy 2008 | Damien Hirst</h6>
<p>O prodígio britânico, que causou imensa polêmica com seus “animais congelados” da série Natural History ainda na faculdade terá 13 obras expostas no Pavilhão da Bienal. Entre elas a impactante <em>Mother and Child Divided</em>, de 1993. O trabalho exibe uma vaca e um bezerro cortados ao meio dentro de tanques de formol. Cada metade dos corpos fica em uma câmara de vidro separada da outra, de forma que o público possa passar por entre elas e observar de perto as entranhas dos animais.</p>
<p>A obra, que inevitavelmente atrai o olhar do espectador, coloca o homem cara a cara com a morte. A alguns causa repulsa e indignação &#8211; houve e ainda há muito questionamento em torno do fato de se utilizar o corpo de um ser vivo para compor uma obra de arte &#8211; e a outros interessa e até fascina.</p>
<p>Também permeando a questão da morte, outras duas peças presentes na exposição são <em>Eulogy</em>, de 2008 e <em>I Feel Love</em>, de 1994-1995. Ambas, à primeira vista agradáveis ao olhar, foram construídas com borboletas mortas. O colorido das asas dos insetos compõe quadros belos que, ao mesmo tempo, comportam certa melancolia e morbidade, já que congelam o movimento natural do bater das asas que remete ao pulsar da vida.</p>
<p>O conjunto de obras de Hirst presente na exposição ainda conta com algumas pinturas, obras compostas por moscas ou cinzas de cigarro e, sem dúvida, muito incômodo para o espectador. Seja adorado ou odiado, sem dúvidas o trabalho do artista jamais passa despercebido e sem causar algum tipo de desconforto.</p>
<h4>Jeff Koons</h4>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_03.jpg"><img class="postimg" title="Triple Hulk Elvis III 2007 | Jeff Koons" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_03.jpg" alt="" width="540" height="397" /></a></p>
<h6>Triple Hulk Elvis III 2007 | Jeff Koons</h6>
<p>O norte-americano que já ganhou o posto de artista vivo mais caro é conhecido em todo mundo por transformar em arte o banal e o kitsch e por polemizar a questão da autoria. Chamado por muitos de o “rei do kitsch”, Koons trabalha com imagens de personagens de desenhos animados, celebridades e anúncios de revistas utilizando como materiais objetos como utensílios domésticos, bibelôs e brinquedos infantis.</p>
<p>E o artista deixa claro que não coloca as mãos em suas obras: ele elabora a ideia e assistentes são contratados para executar o trabalho. Em <em>Triple Hulk Elvis II</em>, por exemplo, imagens são fotografadas e escaneadas, montadas no computador e o resultado é reproduzido em pintura sobre uma gigantesca tela por uma equipe, fragmento por fragmento. O fato do trabalho ser executado por outras pessoas que não o artista levanta muitas críticas e questionamentos quanto à autoria de suas obras e o conceito de autoria no geral.</p>
<p>Estarão expostas também no Pavilhão, entre as 11 selecionadas, <em>Three Ball Total Equilibrium</em>, de 1985, onde três bolas de basquete estão imobilizadas, como se flutuassem, no centro de um aquário, fetichizando o objeto do jogo mais popular dos Estados Unidos, <em>Titi</em>, uma escultura em aço que mimetiza um balão do personagem de desenho animado Piu-Piu, e duas controversas fotografias com conteúdo sexual explícito da série <em>Made in Heaven</em>, protagonizadas pelo artista e sua então mulher, estrela de filme pornô, Ciocciolina, colocando a pornografia como arte.</p>
<h4>Felix Gonzalez-Torres</h4>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_04.jpg"><img class="postimg" title="Untitled (Blue Placebo) 1991 | Felix Gonzalez-Torres" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_04.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<h6>Untitled (Blue Placebo) 1991 | Felix Gonzalez-Torres</h6>
<p>O artista nascido em Cuba e radicado nos Estados Unidos até sua morte, em 1996, marcou o cenário da arte por conseguir romper barreiras entre o público e vanguardas contemporâneas e assuntos marginalizados na época, como a Aids e o homossexualismo. Para Torres, a colaboração do espectador deve ser condição para o acontecimento de uma obra de arte e seus trabalhos foram fortemente marcados por sua experiência e de seu companheiro Ross, ambos falecidos em decorrências do vírus da Aids.</p>
<p>Por aqui você poderá ver a obra <em>Untitled (Blue Placeco)</em>, de 1991, na qual 130 quilos de balas de hortelã enroladas em papel azul descansam sobre o chão, como um grande tapete. Não por acaso, o peso das balas é equivalente ao do artista somado ao de seu companheiro, morto seis anos antes de Torres. O espectador é convidado a levar uma bala consigo e só assim a obra acontece, como se a performance expurgasse a dor da perda. Cada pequena bala é como se fosse um fragmento do casal, que se desfaz de forma doce nas mãos do público.</p>
<p>Além desta, outra obra que estará exposta no Pavilhão é <em>Untitled NRA</em>, também de 1991, que consiste em uma pilha de cartazes vermelhos sem nada escrito que estão lá para o público fazer o que bem entender com eles, desafiando a autoridade do espaço expositivo e iluminando questionamentos sobre a ideia da originalidade e do valor artístico.</p>
<h4>Cindy Sherman</h4>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_06.jpg"><img class="postimg" title="Untitled #402 2000 | Cindy Sherman" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_06.jpg" alt="" width="540" height="775" /></a></p>
<h6>Untitled #402 2000 | Cindy Sherman</h6>
<p>A artista norte-americana é notoriamente conhecida por seus auto-retratos conceituais, chamados assim pelo fato de, apesar do objeto da foto ser a artista, ela não estar se fotografando, e sim os diversos estereótipos da mulher na sociedade. Sherman “desaparece” das fotografias e dá lugar a donas de casa, secretárias, viajantes, mulheres fatais, divas, jovens indefesas e vilãs.</p>
<p>Seu corpo é seu material e maquiagem, adereços, perucas, figurinos, próteses e até manequins constroem suas obras. A artista, que exerce o papel de diretora, maquiadora, fotógrafa, figurinista e atriz para compor seus trabalhos busca configurar identidades móveis, de forma que o espectador não consiga reconhecer a fotografada como uma pessoa só.</p>
<p>No Pavilhão estarão expostas 15 obras da artista, entre elas, <em>Untitled #216</em>, em que a artista interpreta uma Madona Renascentista, além dos auto-retratos em cor, três da série <em>Untitled Film Still</em>, onde a artista interpreta personagens de um filme fictício e tira fotos, como stills destes filmes, das heroínas inventadas por ela.</p>
<h4>A nova geração</h4>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_05.jpg"><img class="postimg" title="Me, Jesus and the Children 2001-2003 | Dan Colen" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_d_05.jpg" alt="" width="540" height="667" /></a></p>
<h6>Me, Jesus and the Children 2001-2003 | Dan Colen</h6>
<p>Além dos gigantes consagrados, <em>Em Nome dos Artistas</em> traz um bom panorama do cenário mais recente da arte contemporânea norte-americana. Talentos mais recentes também são destaque da mostra, como Adam Putnam, Dan Colen, Frank Benson, Trisha Donnelly e Nate Lowman. Destaque para os fortes trabalhos com luz e sombra de Paul Chan <em>The Seven Lights </em>(2005-2007) e <em>Sade for Sade’s Sake </em>(2009).</p>
<h6>mais: <a title="Saiba mais" href="http://www.emnomedosartistas.org.br" target="_blank">www.emnomedosartistas.org.br</a></h6>
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		<title>Natureza analógica</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 12:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura B]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan McGinley]]></category>

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		<description><![CDATA[Ryan McGinley sai do clima da busy city dos artistas contemporâneos de Nova York e desacelera o ruído da metrópole em suas fotografias...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>Por Júlia Frate Bolliger</h6>
<p>Ryan McGinley sai do clima da <em>busy city</em> dos artistas contemporâneos de Nova York e desacelera o ruído da metrópole em suas fotografias. Tiradas com máquinas analógicas e filmes, são imagens do corpo nu de jovens interagindo com a natureza, com animais, com as cores e luzes da própria foto, com outros corpos ou mesmo com a cidade. A forma humana compõe a paisagem, faz parte do ambiente. O resultado, uma espécie de busca do natural de forma posada, é indiscutivelmente lindo.</p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_02.jpg"><img class="postimg" title="Jake (Fall Foliage), 2011" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_02.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_01.jpg"><img class="postimg" title="Hysteric Fireworks, 2007" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_01.jpg" alt="" width="540" height="725" /></a></p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_03.jpg"><img class="postimg" title="Tree # 3, 2003" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_03.jpg" alt="" width="540" height="805" /></a></p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_04.jpg"><img class="postimg" title="Whirlwind, 2004" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_04.jpg" alt="" width="540" height="357" /></a></p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_05.jpg"><img class="postimg" title="Indias Eye, 2009" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_c_05.jpg" alt="" width="540" height="801" /></a></p>
<h6>Mais:<a title="Ryan McGinley's website" href="http://ryanmcginley.com/" target="_blank"> http://ryanmcginley.com/</a></h6>
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		<title>Donna Wilson</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 18:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Editor Pics]]></category>
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		<category><![CDATA[Donna Wilson]]></category>

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		<description><![CDATA[Como não cair de amores pelas criações de Donna Wilson? A designer britânica – nascida na Escócia - conversou com a Revista B sobre inspirações, carreira e como é seu ambiente de trabalho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>por heloisa righetto</h6>
<h3>A queridinha dos britânicos</h3>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_b_011.jpg"><img title="Donna Wilson" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_b_011.jpg" alt="" width="540" height="728" /></a></p>
<p>Como não cair de amores pelas criações de Donna Wilson? A designer britânica – nascida na Escócia – supera-se a cada temporada com suas coleções de acessórios (e mais recentemente, móveis) com forte apelo gráfico. Estampas que combinam cores ora mais vibrantes, ora em tons pastéis, mas sempre com uma bossa inconfundível, dão vida a peças tão comuns e batidas, como almofadas, mantas e pufes.</p>
<p>Ganhadora do prêmio “Designer do Ano” promovido pela revista Elle Decoration em 2010, Donna não é nada o que você espera que ela seja. Simples, divertida e acessível, ela não aparenta nenhum sinal de afetação, coisa comum em designers que caem nas graças da mídia e das grandes marcas europeias. Em meio a tecidos e muitos acessórios de costura, ela conversou com a <strong>Revista B</strong> sobre inspirações, carreira e como é seu ambiente de trabalho.</p>
<h5>Você sempre soube que queria ser designer?</h5>
<p>Desde pequena eu sempre desenhava e inventava de fazer coisas, e simplesmente adorava ter meu lápis em mãos! Eu não sabia exatamente o que queria ser, mas tinha certeza de que estaria relacionado com criação.</p>
<h5>Como foi o começo da sua carreira?</h5>
<p>Assim que me formei, em 1999, comecei trabalhar como designer assistente em uma empresa têxtil, onde fiquei por um ano. Então resolvi voltar a estudar e fiz um Master na Royal College of Art, em Mixed Media Textiles. Durante os estudos na RCA eu produzi algumas peças e cheguei a vendê-las em pequenas lojas em Londres. Essas peças estão na minha coleção até hoje, são bonecas com pernas bem compridas! A partir daí, desenvolvi outros personagens: criaturinhas esquisitas, às vezes com duas cabeças, às vezes com corpo desproporcional, mas todos com personalidade própria. Pra mim, quanto mais peculiar, melhor!</p>
<h5>E como foi sua experiência na Holanda?</h5>
<p>Fui para Maastricht como parte de um programa de intercâmbio. Foi uma experiência incrível, eu estava totalmente fora da minha zona de conforto, conheci gente nova e guardo alguns amigos até hoje, depois de 10 anos que voltei. Aconselho bastante fazer parte do seu curso em um lugar diferente.</p>
<h5>Onde você procura inspiração?</h5>
<p>Em todo e qualquer lugar ou situação, mesmo! Meu entorno, músicas, sonhos, revistas, pessoas. Às vezes um mero detalhe chama minha atenção e torna-se o início de um projeto.</p>
<h5>Hoje em dia você tem uma equipe trabalhando em seu estúdio. Como é o ambiente de trabalho?</h5>
<p>O time é fantástico e cada um tem tarefas bem importantes, essenciais para o funcionamente do estúdio. Somos em cinco pessoas fixas, além de três ou quatro colaboradores com os quais traba-lhamos eventualmente.</p>
<h5>Como surgiu a ideia de vender online?</h5>
<p>Eu montei um site assim que terminei o Master na Royal College of Art, afinal era um jeito de possíveis compradores – lojas e consumidores finais – saberem um pouco mais sobre mim e meu trabalho. Esse primeiro site era simples, praticamente todo desenhado a mão, tinha uma ou outra animação com os meus “personagens”. Era legal pois mos-trava que eu estava apenas começando, era bem independente e poderia apenas assumir pequenos pedidos. De lá para a venda online foram seis anos de trabalho intenso, e hoje o e-commerce é parte importantíssima do negócio.</p>
<h5>Qual a melhor parte do seu trabalho?</h5>
<p>Criar, mas apenas mais recentemente eu tenho me permitido fazer isso, por incrível que pareça. Eu costumava rabiscar minhas ideias voltando pra casa, no ônibus, em qualquer pedaço de papel. Mas há alguns meses eu tenho dedicado tempo para montar moodboards, desenhar, sentar e mexer na minha máquina de costura. Nessas horas eu lembro o quanto é bacana trabalhar com criação, todo mundo deveria tentar!</p>
<h5>Em que projetos você está trabalhando no momento?</h5>
<p>Estou trabalhando na criação da coleção outono/inverno 2011/2012, e também desenvolvendo algumas novas estampas para almofadas e mantas, assim como um livro de atividades para crianças.</p>
<h3>Bate bola com Donna Wilson</h3>
<p><strong>Lugar preferido:</strong> Pennan, é uma vila de pescadores minúscula no nordeste da Escócia. É linda, singular, e o melhor é que vai continuar assim, já que o crescimento é impossível devido a sua posição geográfica, em meio as montanhas. Minha avó costumava me levar até lá quando eu era pequena.</p>
<p><strong>Música preferida: </strong>Fever Ray.</p>
<p><strong>Signo: </strong>Virgem.</p>
<p><strong>O que faria se não fosse designer:</strong> Provavelmente trabalharia com algo ligado a animais.</p>
<p><strong>Pratica algum esporte: </strong>Eu tento nadar pelo menos uma vez por semana, em uma piscina pública no leste de Londres.</p>
<p><strong>O que mais gosta de fazer em Londres:</strong> Andar de bicicleta na beira do canal que une Dalston a Islington, e prestar atenção na arquitetura.</p>
<p><strong>Qual foi o último lugar que você visitou, fora do Reino Unido: </strong>Estive em uma ilha perto da costa do Canadá, chamada Fogo. Apenas 2500 pessoas vivem lá, é bem isolada, cheia de casinhas de madeira e barcos!</p>
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		<title>Foodesign</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 17:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenho B]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Sabor B]]></category>
		<category><![CDATA[Delphine Huguet]]></category>
		<category><![CDATA[We make Carpets]]></category>

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		<description><![CDATA[Surpreendente e inspirador: o design sempre acha meios de reinventar-se, ir além e buscar referências em outras vizinhanças...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>por heloisa righetto</h6>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_a_011.jpg"><img class="postimg" title="Delphine Huguet" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_a_011.jpg" alt="" width="540" height="580" /></a></p>
<p>Surpreendente e inspirador: o design sempre acha meios de reinventar-se, ir além e buscar referências em outras vizinhanças. Pois é, caso você já tenha se cansado dos móveis e objetos de decoração que multiplicam-se nas prateleiras mundo afora (não ajudando em nada na hora de dar caráter para um projeto de interiores!), essa tendência vai interessar! Que tal tirar os alimentos do armário e adaptá-los a novos usos?</p>
<p>Uma das precursoras desse movimento é a francesa Delphine Huguet, especialista em transformar o momento da degustação em uma experiência lúdica, com um toque de Alice no País das Maravilhas, mas ao mesmo tempo com muita simplicidade, sem frescuras ou desperdícios. Os dois melhores exemplos das obras dela são o <em>Eat-It</em> – blocos de post-its nos quais as folhas nada mais são do que frutas, porém sem o açúcar – e a linha <em>On The Move</em>, que brinca com a hora do chá. Os biscoitos são servidos como se fossem pires, o açúcar aparece como um “splash”, como a própria Delphine gosta de explicar, e o pingo de leite sólido se derrete quando colocado em contato com a bebida quente.</p>
<p>Já em uma vertente mais conceitual, é impossível não falar sobre as instalações criadas pelo trio holandês <em>We make Carpets</em>. Bob Waardenburg, Marcia Nolte e Stijn van Der Vleuten utilizam ingredientes comuns e que a princípio podem não parecer interessantes para um designer. Porém, o bacana do trabalho deles é como esse “objeto” ordinário torna-se extraordinário: ordenados às centenas, minunciosamente, eles ganham novas características &#8211; como texturas e grafismos &#8211; apenas obtidas graças ao olhar apurado do trio.</p>
<p>Parece mesmo que as aulas de educação artística da escola &#8211; onde soltávamos nossa imaginação na hora de criar um colar de macarrão &#8211; podem ir sim, muito longe!</p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_a_031.jpg"><img class="postimg" title="we make carpets -mustard carpet" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_a_031.jpg" alt="" width="540" height="316" /></a></p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_a_041.jpg"><img class="postimg" title="we make carpets - pasta carpet" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_a_041.jpg" alt="" width="540" height="361" /></a></p>
<p><a href="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_a_051.jpg"><img class="postimg" title="Delphine Huguet" src="http://www.revistab.com.br/wp-content/uploads/2011/08/29_a_051.jpg" alt="" width="540" height="358" /></a></p>
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